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O impressionante coliseu de Pula
Publicado em: 28/02/2016

Para começar nosso tour pela Croácia separamos duas cidades: Rovinj e Pula, ambas às margens do Mar Adriático. Elas são bem parecidas entre si até, com prédios antigos à beira mar, mas o destaque ficou mesmo para Pula.

O que mais chama a atenção é o enorme coliseu romano, em proporções muito parecidas com o de Roma. Não entramos porque era possível ver praticamente tudo do lado de fora, até porque na parte interna nada foi preservado. Além do coliseu, ainda o portão de entrada da cidade datado do século 2 e o fórum, também romano.

A Silvia adora a história do Império Romano e ficou impressionada pelas construções e preservação.

A cidade preservou muito bem esta parte antiga, mas também tem um lado bem moderno, com lojas de marcas conhecidas, como Adidas, por exemplo, instaladas nos prédios antigos da área central. Das duas cidades, Pula também parece ser a mais rica.

A Silvia acha que tem que contar uma curiosidade histórica – mesmo o Cesar achando que é chato ficar falando dessas coisas. A cidade de Pula foi dada pelo imperador ao seu mais fiel general, chamado Pulo, . Ele era um escravo e, para não acabar preso, alistou-se no exército e acabou sendo uma das poucas pessoas de confiança do imperador. Ganhar uma cidade romana inteira por agradecimento aos serviços prestados não é para qualquer um.

Rovinj é super pequena e não tem o mesmo charme de Pula. A aparência geral é de abandono, com muitos prédios e casas meio que caindo aos pedaços. Claro que a parte beirando à costa é bem charmosa, mas não vale mais do que uma foto.

Os croatas
Ainda estamos há pouco tempo na Croácia, mas a impressão geral é que todos são bem simpáticos. Precisamos carregar o botijão de gás do carro e fomos a um posto onde isso é feito. Mesmo não falando muito inglês, o atendente foi super simpático e, mesmo sem saber, nos deu um alívio tremendo. Pela nossa pesquisa, os botijões alemães, iguais ao do nosso carro, não possuem as mesmas conexões que os croatas, mas neste lugar havia um adaptador e acabou dando tudo certo.

Depois, já em Zagreb, tivemos dificuldade em encontrar o camping onde ficaremos por quatro dias. O endereço não batia e estávamos sem conexão com a internet para pesquisar. Daí paramos num posto de gasolina e a moça que estava lá emprestou o celular para a Silvia pesquisar. Foi o que nos salvou e já estamos publicando este texto devidamente bem instalados no camping, que fica à beira de um lago super bonito.


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