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Multados por não pagar a passagem de ônibus
Publicado em: 28/03/2016

Na primeira vez que viajamos juntos, em 2011, fomos multados em Praga, na República Tcheca, por não pagar a passagem do ônibus. Desde então, juramos que isso nunca mais se repetiria. Até hoje, em Bucareste, capital da Romênia.

Antes de pegar o ônibus descobrimos que o bilhete não é vendido pelo motorista e é preciso comprar um cartão em alguns pontos de venda e validar assim que você sobe.

Andamos 30 minutos do camping até o posto de venda mais próximo para comprar o cartão e evitar problemas. A moça que nos vendeu explicou como funciona o sistema e pegamos o ônibus para ir ao centro. A ida foi tudo certo, mas na volta . . .

Por algum motivo, o Cesar não validou as duas passagens corretamente. Acabou passando só uma vez e não apertou um botão para passar a segunda. Resultado? Justo neste ônibus, naquela hora, havia uma fiscal.

Tentamos explicar que houve um engano, que o cartão tinha crédito para mais viagens, mas ela não quis saber e nos multou em cerca de 10 Euros. Além da multa, ainda deu uma bronca perguntando se ele não tinha lido as instruções corretamente, reforçando que estavam em inglês.

Sem contar a vergonha de o ônibus inteiro olhando para sua cara e pensando que você estava dando uma de esperto ao andar de transporte público sem pagar.

Aparentemente a cidade adotou uma política de tolerância zero em relação ao pessoal andar de transporte público sem pagar. Em muitas cidades da Europa a fiscalização é praticamente zero e subentende-se que todo mundo é honesto e paga a passagem. Em Berlim, por exemplo, o metrô nem catraca ou controle tem, mas em Bucareste foi diferente.

Ao menos aprendemos como validar o cartão para duas pessoas e que a fiscalização funciona.


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