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Viagem para a Islândia: Dia 2
Publicado em: 10/05/2018

Para quem mora em São Paulo é curioso visitar um país cuja população total é de 330 mil habitantes. Destes, um terço vive na capital, Reiquiavique, que é bem pequena em todos os aspectos: ruas, comércio, trânsito e pessoas.

Não sabemos se justamente pelo tamanho, mas o fato é que é muito fácil gostar da cidade com ares nórdicos.

Tínhamos um dia inteiro para conhecer a capital, e foi mais do que o suficiente. Optamos por fazer o Free Walking Tour, que é a melhor maneira de conhecer a história, curiosidades e pontos menos turísticos. A vantagem é que o guia era local, portanto, deu para conversar bastante e tentar entender um pouco mais sobre o país. Como a população da Islândia é pequena, encontramos muitos estrangeiros trabalhando em atividades ligadas ao turismo, por isso acreditamos ter tido sorte com o guia nativo.

Considerando as dimensões gerais da capital não há muita coisa para ver. No entanto, o que tem é bem legal e charmoso. Casas coloridas de madeira, a ópera, o porto, a orla e o comércio são lindos.

Almoçamos num restaurante chamado Icelandic Street Food porque queríamos tomar a famosa sopa de cordeiro servida no pão. Foi muito bacana porque neste dia o restaurante estava fazendo uma ação social. Você pedia o prato e pagava o que achasse justo. Todo o dinheiro arrecado neste dia foi encaminhado à instituições que cuidam de dependentes químicos.

É curioso imaginar que um país praticamente sem problemas - ao menos é a imagem geral da Islândia - haja algo do tipo. Mas, conversando com o dono do lugar, ele explicou que os problemas não são tão grandes, mas que fazem a parte deles ajudando com essa ação mensal

Aparentemente o islandês é bem desprendido em alguns aspectos, o que o torna um dos povos mais diferentes que já conhecemos.

Por falar em problemas, na Islândia não existe exército e o número de policiais é mínimo. Eles têm marinha porque sobrevivem da pesca e do turismo, mas ela existe para proteger o mar, e não o país, de uma eventual guerra.

Em 2017, a Islândia foi eleita o país mais seguro do mundo, de acordo com o Instituto para a Economia e Paz. Ficamos 10 dias por lá, rodamos mais de 2 mil quilômetros de carro e vimos um único carro de polícia durante toda a viagem. A sensação de segurança realmente é muito grande.

Neste 2º dia no país, jantamos em uma cervejaria da capital. Entretanto, vamos fazer um post apenas sobre cervejas, daí a gente conta como foi a experiência.


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