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Viagem para a Islândia: Dia 3
Publicado em: 18/05/2018

Primeiro dia de estrada com o carro que alugamos. Aqui vai uma dica de ouro: gaste um pouco mais, mas pegue um 4X4, porque o tempo é muito instável e é melhor estar com um carro mais pesado na estrada. Alugamos na Blue Car, cujo preço foi muito bom e o carro ainda estava com os pneus de neve. Mesmo estando na primavera isso foi ótimo, já que pegamos neve e gelo em algumas estradas.

Nossa primeira parada foi o Parque Nacional de Pingvellir. O estacionamento custa 4 Euros, e pode ser usado o dia inteiro em todos os pontos de interesse do parque. Fizemos uma trilha na encosta de pedras do parque. O lugar é lindo e tem algumas cachoeiras pelo caminho. Subimos no mirante para ver o horizonte, cheio de lagos e com uma paisagem deslumbrante.

No mesmo espaço ainda é possível visitar Silfra, que é a separação entre duas placas tectônicas. Quem tiver coragem pode ver bem perto, mergulhando na água de uns 5ºC. Não é perigoso, mas precisa de ânimo para encarar o frio, mesmo com roupa de borracha.

Nossa segunda parada foi o Geysir. O parque tem acesso muito fácil e oferece uma estrutura completa: estacionamento, restaurante e banheiros. Basta atravessar a rua e percorrer a trilha para ver gêiseres de vários tamanhos. E tá aí uma contribuição da Islândia para o mundo: a palavra geysir.

Terceira parada do dia foi em Gulfoss, uma cachoeira impressionante. Do estacionamento até a cachoeira são apenas alguns passos. A força é grande e o vento traz a água gelada da cachoeira pra cima de tudo e todos. Fizemos um lanche no restaurante local, que não estava tão gostoso, mas na Islândia é importante comer onde você encontrar comida, porque as estradas não têm nada e nem sempre uma cidade está perto da outra.

Continuamos nossa viagem e seguimos até Fludir, onde está a The Secret Lagoon. Existem muitas piscinas naturais no país e adoramos nossa primeira experiência. Como a Islândia está repleta de vulcões ativos, logo tem água quente em vários lugares. Essas piscinas usam água corrente e a sensação de estar ali, com temperatura por volta de 40 graus, é muito relaxante. Lembrando que a temperatura externa é de 0ºC em média.

Ainda paramos em Kerio, uma cratera vulcânica extinta que chama atenção pela cor de água, que é resultado de alguns minerais.

Depois de um dia cheio, o que a gente mais quer é chegar no hotel, certo? Neste dia chegamos no hotel reservado e ele estava fechado. Tem uma primeira vez pra tudo nessa vida!

Por sorte, estávamos numa região mais turística e achamos outro lugar. Ficamos numa cabana com vista para um vale e o vulcão Eyjafjallajokull - aquele do caos aéreo de 2010 - ao fundo. O dono do hotel ainda preparou nosso jantar e foi uma ótima experiência.


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