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Viagem para a Islândia: dia 5
Publicado em: 01/06/2018

O dia já começou diferente, já que tivemos de fazer nosso café da manhã no quarto, porque neste dia foi um feriado nacional, como comentamos no post anterior. (Clique aqui para ver)

Saímos do hotel bem cedo rumo ao glacial Vatnajökull, maior glacial da Islândia.

Fizemos uma escalada até o topo e, com certeza, foi uma das coisas mais legais que já fizemos na vida.

O Vatnajokull fica no Parque Nacional de Skaftafell. Contratamos uma excursão porque é proibido subir no glacial sem guia. O ponto de encontro de todas as operadoras deste passeio é no centro de informações turísticas do parque. Optamos pela Arctic Adventures, a mesma empresa da aurora boreal. (Clique aqui para saber mais)

É bom chegar um pouco antes para pegar os acessórios de segurança com calma. Também é importante estar com roupas adequadas ao passeio, principalmente quentes e leves e botas duras para caminhada em montanha ou neve. O pessoal fornece os grampos para colocar no calçado, porque sem eles é impossível caminhar no gelo.

Eles também dão uma aula de como é o jeito mais seguro para andar neste tipo de terreno e o que fazer em caso de queda. É um pouco tenso para quem nunca fez nada do tipo, mas percebemos que são as normas e não necessariamente que haja um alto risco envolvido.

Um ônibus leva a gente o mais próximo possível do glacial, e dali começa efetivamente a caminhada. Ela dura mais ou menos seis horas, entre ida e volta. Não é tão difícil porque eles fazem algumas paradas durante o trajeto, justamente para tornar a subida mais fácil. No entanto, vale a dica: é melhor estar com um bom condicionamento físico para fazer esse passeio, porque apesar de fácil, exige bastante do corpo.

A paisagem é de cair o queixo. Não é possível explicar em palavras a beleza do lugar ou o azul do gelo. Outra dica: leve um lanche e água, porque você vai precisar.

Depois de escalar o glacial e caminhar por horas, quando estávamos voltando a Silvia acabou levando um tombo. Por sorte não foi nada grave, mas é importante ter atenção onde pisa e caminhar com bastante cuidado por ali.

De volta ao centro de informações turísticas, seguimos rumo ao hotel procurando algum lugar para comer. Como falamos em posts anteriores (clique aqui para ver), é muito difícil achar postos de gasolina ou lanchonetes nas estradas. Encontramos um restaurante pequeno, com pouca opções no cardápio, mas deu pra matar a fome.

Continuamos um pouco mais pela Ring Road até chegar ao hotel. Ficamos hospedamos no Fosshotel Glacier Lagoon. Ele foi construído no meio do nada e é o hotel mais bonito e com a melhor comida da nossa passagem pela Islândia.

Um detalhe curioso: a sauna é linda, mas é tão quente que é impossível ficar lá dentro por mais de um minuto. Os islandeses devem estar acostumados com esses extremos, muito frio ou muito calor.


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