Menu
 


Banner
Viagem para Islândia: dia 6
Publicado em: 08/06/2018

Antes de contar o que aconteceu no sexto dia de viagem, vamos abrir um parêntese para falar do deslocamento na Islândia.

Conhecer o maior número de lugares no menor tempo possível. Esta é a matemática que fazemos sempre que escolhemos um novo destino. Não foi diferente com a Islândia. No entanto, ao dar uma olhada no mapa do país, descobrimos que havia basicamente uma única rodovia, a Ring Road.

Na prática ela não é bem uma rodovia, mas sim uma estrada de mão dupla que mal tem acostamento. O fato de ser simples é porque o governo prefere gastar o dinheiro com outras coisas, como educação e saúde, em vez de investir em estradas. Outro ponto é a Islândia estar sujeita a alguns desastres naturais e o custo para reformar uma rodovia é muito maior do que uma estrada simples. Entretanto, isso não significa que a Ring Road é ruim. Na verdade, ela é muito boa.

Rodamos a Ring Road praticamente inteira, com cerca de 1,8 mil quilômetros percorridos. As paisagens são incríveis e, como ela é a única rodovia do país, facilita muito o acesso e deslocamento entre as cidades e pontos turísticos.

Dá o play para ver um pouquinho do nosso caminho:

Agora sim vamos ao sexto dia de viagem.

Nossa primeira parada foi na Glacial Lagoon. A lagoa é formada pelo gelo que derrete do glacial e está ali graças ao aquecimento global. Dá para ver pedaços de gelo que se soltam, caem na lagoa e seguem para o mar.

Bem ao lado da Glacial Lagoon está a Glacial Beach, a famosa praia com pedaços de gelo espalhados pela areia. Seria uma coisa lindíssima se não fosse extremamente triste, já que é impossível pensar no impacto das altas temperaturas nestes ambientes.

Alguns estudos mostram que os glaciais da Islândia devem desaparecer entre 70 e 100 anos. No Brasil talvez a gente nem pense muito sobre isso, mas visitar um glacial - com rachaduras enormes - e ver a lagoa e a praia cheias de gelo derretido  torna tudo isso muito real e assustador.

Depois de dirigir umas duas horas resolvemos parar numa pequena vila de pescadores, chamada Djupivogur, para almoçar. Comemos hotdog, já que não entendemos o cardápio e o pessoal local não estava muito a fim de ajudar.


Comentários

Este post ainda não recebeu nenhum comentário. Seja o primeiro!

Comentar