Menu
 


Banner
Viagem para Islândia: dia 9
Publicado em: 06/07/2018

A Islândia não é um país barato para conhecer. Por uma série de motivos, tudo é muito caro. Basicamente, eles só produzem energia e vivem da pesca e do turismo. Até uma simples visita ao supermercado sai caro.

Estamos falando isso porque mesmo tendo passado 12 dias, a gente sabia que era pouco tempo para ver tudo. Quando escolhemos os passeios, optamos por fazer os mais caros, porque existia uma chance maior de ver o que queríamos ver. Foi assim com a aurora boreal e com as baleias.

Escolhemos a Arctic Sea Tours. Eles oferecem dois tipos de passeio: um com um barco grande e lento e outro com uma lancha menor e rápida. A diferença de preço é grande, mas com a lancha poderíamos fazer o mesmo passeio em metade do tempo e teríamos mais chances de procurar as baleias. Sem contar que é mais fácil chegar pertinho delas com o a lancha.

Graças a roupa especial o frio não atrapalhou. O barco é realmente rápido e o mar estava bem agitado no dia do passeio.

Demos muita sorte e conseguimos ver duas espécies de baleia: minsk e jubarte. A jubarte, inclusive, ficou perto da gente por um bom tempo e foi possível vê-la várias vezes. Foi um passeio muito emocionante, sobretudo por estar ali e ver um animal tão grande em seu habitat natural.

Seguimos para Glaumbaer, mais uma cidadezinha no meio do caminho e no meio do nada que só a Silvia consegue achar. Na prática é uma fazenda histórica que hoje é um museu a céu aberto com casas de pedras e telhados de turfa. Mas o mais interessante da visita foi o café, localizado em umas casas. Tudo que é servido é produzido como se fazia há 200 anos. Comemos sanduíche de cordeiro e salmão defumados, ambos servidos num pão muito fino que leva 24 horas para assar.

A carne é preservada no sal depois de ser defumada e é fatiada na hora.

O Cesar disse que foi uma das melhores refeições que ele já fez na vida. Também comemos bolos, mas eles não estavam tão gostosos quanto os lanches. A mulher que nos atendeu é a responsável por cozinhar e manter a tradição viva. Ela foi muito atenciosa e nos explicou todo o processo e um pouco dos costumes antigos da Islândia.

Passamos a tarde na estrada de barriga cheia e felizes por temos parado em Glaumbauer.

Nos hospedamos no Fosshotel Reykholt, o mais simples da rede, mas ainda sim muito confortável. O detalhe foi a vista do nosso quarto: ao olhar pela janela tinha um cemitério.


Comentários

Este post ainda não recebeu nenhum comentário. Seja o primeiro!

Comentar