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Visconde de Mauá
Publicado em: 14/09/2018

Se o passar o ano-novo na praia não é a sua praia, temos uma dica de destino imperdível para esta época do ano. Pesquisando opções para fugir do caos das estradas e areias lotadas, mas que fosse próximo de São Paulo, optamos por Visconde de Mauá - mais uma cidade com hotel integrante do Roteiros de Charme.

Queríamos apenas duas coisas com esta viagem: tranquilidade e conforto. E achamos.

Nos hospedamos na Mauá Brasil, que oferece diversos tipos de chalés. Nós escolhemos o que tinha a melhor vista da serra e da Pedra Selada, que inclusive é o nome do chalé. O espaço é puro charme: hidromassagem interna, lareira, sauna e, na área externa, um ofurô com espreguiçadeiras para relaxar ou tomar sol. Tudo com uma vista incrível.

Depois do quarto, o destaque é o café da manhã. Na prática é um brunch, com drinks, espumante, queijos, iogurte, geléias, frutas, sucos, bolos, pratos quentes e sobremesas. O pão é produzido artesanalmente na pousada e todos os produtos também são de produtores locais. Sensacional.

A pousada fica no alto da serra da Mantiqueira e oferece academia, quadra de tênis, piscina, jacuzzi, sauna, sala de massagem e restaurante. A noite ainda podemos ver o céu estrelado, que foi um verdadeiro espetáculo.

 

Visconde de Mauá

O distrito é formado por três vilas pequenas: Maringá, Maromba e Visconde de Mauá. Com um comércio bem simples, o forte mesmo são as cacheiras e a gastronomia.

Nós fomos na cachoeira do Vale do Alcantilado. É uma caminhada de nível médio de dificuldade, com nove quedas que valem muita a pena cada gota de suor. A dica é ir direto para a cachoeira mais alta e voltar devagar aproveitando uma por uma.

Gastronomia

Opções de bons restaurantes não faltam.

Comemos no Gosto com Gosto, comida mineira que usa produtos e fornecedores locais e é considerado um dos melhores restaurantes mineiros do Brasil.

Visitamos também o Rosmarinos, com uma pegada italiana meio rústica, que serve truta e o sofiotti de mozarela de búfala - prato assinatura do local.

O restaurante Babel é o de acesso mais difícil, mas a vista para o Vale do Pavão compensa. A comida é gostosa, mas não achamos que vale a pena o custo-beneficio, porque os pratos são caros e não têm nada demais. A média de preço de um prato é de R$ 80.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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