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Espanha: primeiras impressões
Publicado em: 06/05/2015

Ele
Três coisas valeram a viagem à Espanha: ver a Sagrada Família, de fora e de dentro, deixa a impressão de que você nunca visitou nenhuma outra igreja na vida.

Ver Guernica: por mais museus que eu já tenha visitado e milhares de quadros vistos em toda a minha vida, ver Guernica foi foda, com o perdão da palavra. O quadro é mágico e tem algo de inexplicável ali, isso porque nem sou um grande fã de Picasso.

E a terceira coisa é comer a comida de Albert Adriá. Depois de provar o primeiro tapa em seu restaurante, fiquei com a impressão de que até ali não tinha comido tapa nenhuma na Espanha e somente naquele momento estava mergulhando na cultura e história de tapear e tomar uma garrafa de vinho. Todo o respeito à tradição de velhos cozinheiros, com ingredientes tradicionais e tal, cujo mérito e valor nem preciso enaltecer, mas as criações de Albert tem algo de Gaudí e Picasso misturados e aplicados na gastronomia.

Ela
Acho que a primeira coisa que me vem à mente é a tal da siesta. Em geral tudo fecha das 14 às 17 horas em praticamente todas as cidades. Claro que as grandes redes ficam abertas com pessoal reduzido (bom para ir às compras, já que todo mundo está dormindo e as lojas ficam super vazias). Nas grandes cidades só as lojas muito pequenas seguem a tradição, mas é muito chato quando você está de passagem e quer almoçar e não tem mais nada aberto. Pensando nisso, o horário do jantar também foi um problema para gente, que gostamos de jantar e dormir cedo porque acordamos cedo para aproveitar o dia. Na Espanha é quase impossível achar um restaurante aberto antes das 20h30.

Tirando isso e o fuso de 5 horas, a Espanha é um país muito fácil de se visitar. Pela primeira vez participamos de free walking tours em algumas cidades e, com certeza, daqui para frente sempre procuraremos por esse tipo de serviço. Vamos explicar nos próximos posts como funciona e porque achamos tão legal.

Mas impressionante mesmo foi ver Guernica do Picasso, no Museu Reina Sofia, e jantar no Tickets, do chef Albert Adriá.

Nós próximos posts vamos falando um pouquinho sobre as cidades, restaurantes, roteiro . . .


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