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Lua de mel na Fazenda Dona Carolina
Publicado em: 07/07/2015

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É claro que para um hotel ser considerado bom há uma série de critérios, mas para nós alguns detalhes fazem bastante diferença, como “mimos”, por exemplo. Na Fazenda Dona Carolina tinham vários, desde produtos de higiene e cosméticos da L’Occitane até bombons no travesseiro. Como viajamos bastante, o hotel fazenda foi a escolha certa para a nossa lua de mel, porque queríamos chegar num lugar, deixar o carro na recepção e só precisar dele na hora de ir embora. Outra vantagem foi a distância: 160 km de São Paulo.

A primeira coisa a se falar sobre a Fazenda Dona Carolina é que é um destino para famílias. Se você tem filhos, principalmente até uns 10 anos, não tem como errar de lugar. O hotel histórico tem uma estrutura impecável para cuidar das crianças, com monitores praticamente 100% dedicados a cada criança, com uma lista de atividades que deixa os pais bem tranquilos.

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Para quem não tem filho, que é o nosso caso, o lugar é muito bom para descansar e não pensar em nada. Como funciona no esquema all-inclusive, você não precisa se preocupar com praticamente nada e é uma ótima oportunidade para ler, pensar ou simplesmente desligar de tudo - ainda que a internet funcione super bem em todas as áreas do hotel.

A estrutura é ótima, com quartos espaçosos e confortáveis, equipe atenciosa e bem treinada, piscina climatizada, salão de jogos e mais uma série de atividades, inclusive para adultos. O ponto não muito legal é a comida. Como está tudo incluído, todas as refeições são no esquema de buffet e é impossível manter uma qualidade muito boa com a comida em cubas e vasilhas, mas enfim . . .

Além de descansar bastante, participamos de duas atividades: tour do café e da cachaça.

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Café
A fazenda é uma antiga produtora de café desde 1872, e alguma coisa ainda está preservada. O tour é basicamente uma palestra em frente aos 3 mil pés de café que sobraram. Quem conduz a conversa é o senhor Jair, neto de um dos capatazes da época em que a fazenda ainda mantinha escravos - diz o site que o lugar foi um dos primeiros abolicionistas do Brasil. Ele fala um pouco sobre a variedade do café ali plantado, o tupi, e dá dicas para melhorar o café que você faz em casa. As pessoas gostaram muito - teve gente abismada com o fato de não adoçar a bebida para sentir o verdadeiro sabor. O conhecimento de Jair é basicamente do que aprendeu com o avó e o pai, além dos anos dedicados à lavoura. A fazenda diz que serve apenas o próprio café em todas as refeições, e ele é bem gostoso. Ao final do tour, rola uma degustação um pouco tumultuada pela falta de espaço do lugar escolhido - um dos bares do hotel, que é bem pequeno para acomodar umas 40 pessoas querendo tomar um expresso e falar com o palestrante.

Cachaça
Este tour já é um diferente. Quem conduz a visita à cachaçaria é o próprio mestre-cachaceiro, que toma conta de todo o processo de produção da bebida. Eles produzem basicamente uma vez por ano e dividem em diferentes tipos de armazenamento em madeiras: carvalho, umburama, castanheira, entre outras. Visitar a adega, com todos os barris enfileirados, é muito legal e o cheiro do lugar é incrivelmente bom. A cachaça mais velha é de oito anos de guarda, e com certeza é a que tem o sabor mais redondo. As outras, três e cinco anos, ainda são muito fortes. O mestre conhece bastante do processo e dos equipamentos, o que foi bem legal, porque o Cesar ficou fazendo uma série de perguntas sobre isso, já que o processo, em alguns pontos, se assemelha à cerveja. O tour é um pouco mais demorado em relação ao café, e tem mais informação também. Ao final, a degustação é feita no balcão da própria cachaçaria, um lugar super espaçoso e rústico.

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Atividades
Para os aventureiros e esportistas o hotel tem atividades praticamente o dia inteiro. Tem tirolesa, passeio à cavalo, quadras de tênis, futebol e vôlei e trilhas ecológicas variadas. No final de semana em que estivemos lá, o último de junho, ainda rolou uma festa junina super bacana, com barracas repletas de comidas típicas, quadrilha, trio caipira e tudo o mais. O único problema é que você acaba comendo muito, mas muito mesmo. Porque além das refeições normais, a festa tinha muita comida, daí fica difícil de se controlar.


Comentários

First Class Bus • 08/07/2015 às 08:11
Com certeza vale a visita, Beth Godoy. A gente recomenda!!!
Beth Godoy • 07/07/2015 às 21:17
Adoro lugar assim, com certeza quero conhecer.

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